A primeira fonte digital brasileira que conheci foi a Brasilêro, de Crystian Cruz, durante um projeto acadêmico de design. Foi muito forte a identificação com aquela grafia irregular e interessante. Ao concluir, a peça gráfica parecia ter sido feita à mão.
Toda essa sensação pode ser justificada. A escrita popular tem uma áurea poética e nostálgica, com traços soltos e espontâneos (...)
Assim começa o texto do Edileno, no blog Saiba, da Person Design. Um texto rápido e direto, muito bem costurado sobre a tipografia brasileira e apresenta alguns exemplos dessa tendência.
